Astrologia X Destino: Por que irmãos gêmeos têm vidas diferentes?

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Eu sempre acho engraçado quando, ao falar sobre Astrologia com as pessoas, muitas me dizem que têm medo de fazer a leitura do seu mapa. Medo porque às vezes elas acham que serão reveladas tragédias, mortes ou outros fatos irreversíveis.

E eu acho que isso revela muito dessa ideia errônea que muitos têm da Astrologia: de que ela equivale a uma declaração de destino imutável. E muitos acabam usando isso pra tentar diminui-la, afirmando, por exemplo, que se fosse assim, pessoas nascidas exatamente no mesmo dia, hora e local teriam que ter vidas exatamente iguais.

E a notícia maravilhosa que eu venho lhes dar hoje é que não, essas pessoas não têm que ter vidas iguais. Porque a Astrologia não determina um destino fixo. Ela revela probabilidades muito fortes, mas sendo seres com capacidade de fazer escolhas, temos a liberdade de escolher como vamos lidar com essas possibilidades.

Vou dar alguns exemplos pontuais pra entendermos melhor esse raciocínio. Nesse post eu mostrei que um mapa astral tem 12 casas, que cada uma representa um aspecto das nossas vidas e que, de acordo do signo em que cada uma está e da disposição dos planetas dentro delas, conseguimos ter uma boa ideia de como será a vida inteira de uma pessoa em relação a carreira, dinheiro, relacionamentos, lazer, estudos, amizades, etc.

Mas como eu disse pra vocês, essa interpretação abre margem para possibilidades, e é aí que entra a maravilha de que estamos falando. Mesmo se irmãs gêmeas tiverem mapas idênticos, não significa que elas terão vidas exatamente iguais. Por exemplo: ainda que ambas tenham o sol em Libra na casa 10, da carreira, e que isso signifique que elas terão um grande foco nessa área de suas vidas, uma delas pode ser advogada (usando o aspecto de justiça e equilíbrio de Libra) enquanto a outra pode ser estilista (usando o aspecto de beleza e harmonia relacionado a Vênus, planeta que rege Libra), e ainda que sejam carreiras completamente diferentes, elas fazem total sentido com o mapa astral de ambas.

Outro exemplo: vamos supor que uma pessoa tem, na casa 7 (de parcerias/relacionamentos), Plutão em Escorpião. Esse posicionamento pode indicar relações um pouco mais desafiadoras, talvez com pessoas que tenham tendências um pouco autodestrutivas, facilidade em caírem em vícios, personalidade bastante intensa, etc. Mas isso significa que essa pessoa está fadada a só viver relacionamentos assim? Será esse o destino dela? De maneira alguma, porque TODOS os aspectos no nosso mapa podem ser bem aproveitados a partir do momento em que tomamos consciência deles. Todos os signos e planetas têm suas vibrações mais altas e mais baixas – inclusive falei sobre todos eles nesse post aqui. Ou seja: ela pode aproveitar esse aspecto para se casar com um médico, psicólogo ou advogado, que são profissionais que lidam com situações desafiadoras que têm tudo a ver com Plutão, mas focando em suas vibrações mais altas, pois estão usando essa energia para cura e transformação.

Espero que o post tenha ajudado a esclarecer melhor essa questão da Astrologia e de “destino”, mas quero reforçar algo que é sempre bom termos em mente: a Astrologia tem muito a nos auxiliar, mas mais importante que isso é nos responsabilizarmos por nossas vidas, nossos sonhos e nossos futuros. Os astros nos mostram as probabilidades e nos ajudam a entender o que se passa em nossas vidas com mais clareza, mas cabe a nós e apenas a nós mesmos determinarmos nossos próprios destinos. 

Se tiver interesse em ler mais conteúdos sobre astrologia, aqui tem mais posts que preparei para vocês, e caso tenha interesse em conhecer mais profundamente sobre seu mapa natal, aqui expliquei melhor os serviços que ofereço e que podem auxiliar bastante no seu processo de autoconhecimento!

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